A História do Anel Atlante

A fascinante história do anel atlante começa com a sua descoberta pelo egiptólogo Howard Carter

Tumba de Tutankamon

Historia do Anel Atlante

História do Anel Atlante - Howard Carter

A história do Anel Atlante começou no Egito há mais de dez mil anos quando os atlantes deixaram sua imensa sabedoria para a casta sacerdotal egípcia. O anel foi descoberto por Howard Carter no início da sua carreira como egiptólogo, no túmulo do sacerdote JUÁ, que foi um dos sacerdotes na época do faraó Amenhotep III.

Amenhotep III, foi um dos faraós mais célebres da 18ª dinastia, foi sucedido por seu filho Amenhotep IV, mais conhecido como Akhenaton e avô de Tutancâmon. Akhenaton conduziu as ideias do pai às últimas consequências, rompeu com o clero de Mona e concebendo a Atom a única divindade digna de culto.

Amenhotep III, foi um dos faraós mais célebres da 18ª dinastia, foi sucedido por seu filho Amenhotep IV, mais conhecido como Akhenaton e pai de Tutancâmon. Akhenaton conduziu as ideias do pai às últimas consequências, rompeu com o clero de Mona e concebendo a Atom, o “Deus Sol”, a única divindade digna de culto.

Após a decisão de Carnarvon patrocinar Howard Carter somente em mais uma temporada de exploração, Carter começou uma busca intensiva pela tumba de Tutancâmon. Em 4 de novembro de 1922, ele encontrou uma passagem que conduzia para a entrada da tumba. Em 23 de novembro, Carter e sua equipe abriram a porta de tijolos de barro, descobrindo o acesso que os conduziam ao túmulo de Tutancâmon. Entanto, em 26 de novembro, eles encontraram e abriram outra porta e se encontraram com uma das mais fascinantes descobertas arqueológicas da história contemporânea. Havia ainda no chão, o pó com marcas de pegadas das últimas pessoas que estiveram ali, há mais de três mil anos. A partir deste momento, teve início um extraordinário processo de escavação, que se estendeu ainda por alguns anos. A maioria dos tesouros ali encontrados estão no Museu do Cairo. Sem dúvida, Tutancâmon é um símbolo mundial do Antigo Egito e, pode-se afirmar que o jovem Tutancâmon conseguiu imortalizar o seu nome ao longo da história.

Na entrada do túmulo, havia a inscrição: “A morte tocará com suas asas aquele que perturbar o sono do faraó”. A frase ficou conhecida como: a maldição do faraó.

Os arqueólogos Howard Carter e seu patrocinador, Lord Carnarvon foram as primeiras pessoas a entrarem na tumba do rei Tutancâmon desde a sua morte prematura, no ano de 1922, no Vale dos Reis. As câmaras funerárias de Tutancâmon ainda estavam seladas e intactas e, no mesmo local, foram encontrados numerosos objetos de valor incalculáveis, incluindo um esquife de ouro contendo a múmia do rei Tutancâmon, que segundo pesquisas posteriores, ele morreu quanto tinha 18 anos. Tutancâmon foi coroado quando era uma criança. Ele teria falecido uma década depois, ao que tudo indica, devido a um acidente fatal em uma carruagem.

A Arma total contra a má sorte

O mais estranho, em todo este assunto, é que somente um homem livrou-se da maldição: precisamente o principal “responsável”, aquele a quem coube realizar todo o trabalho, inventariar os objetos, transferir o tesouro, em resumo, o homem a quem coube a maior responsabilidade e a glória do descobrimento. De fato, Howard Carter viveu até 1939, ano em que faleceu à idade de 66 anos.

Este fato constitui uma justificativa muito sólida em favor da tese tradicionalista, segundo a qual é impossível que uma maldição possa cair sobre os profanadores. É sempre melhor atribuir os mistérios a causas naturais. Entretanto, e em atenção a quantos não creiam que as coincidências sejam uma explicação satisfatória, adicionarei uma informação, traz nova luz ao caso. Roger de Lanfforest, narrou a seguinte frase no livro da sua autoria “Casas que matam”

devo-a a um diplomata belga residente no Cairo antes da guerra e que foi amigo pessoal de Howard Carter. Segundo este diplomata, Carter confessou-lhe estar de posse da couraça definitiva contra todas as desgraças que os mais poderosos magos ou bruxos pudessem dirigir-lhe, e que encontrara tão excepcional segredo protetor numa das tumbas descobertas por ele mesmo no Vale dos Reis, no início de sua carreira como egiptólogo.

Tratava-se da tumba de um sacerdote chamado Húa, onde os corpos deste e de sua mulher estavam em perfeito estado de conservação. Na câmara mortuária, os selos estavam intactos, o sacerdote havia preparado as boas-vindas ao seu primeiro visitante, oferecendo-lhe o segredo da imunidade como que para premiar sua coragem.

Desejamos que sejam publicados os volumosos arquivos deixados por Carter no futuro, antes de conhecer o segredo em questão. Seus esboços e notas, suas fotografias e relatórios, que ocupam dezenas de caixas, devem estar apodrecendo em algum canto dos sótãos do British Museum, de Londres. Não é, pelo menos, surpreendente que, depois de trinta anos, a curiosidade dos numerosos investigadores apaixonados pelos mistérios egípcios tenha sido ocultada sistematicamente pela administração oficial? Existiria alguma razão de peso para manter ignorada esta impressionante documentação com elevados segredos?

O Anel Atlante Verdadeiro

Alguns dias depois de aparecer a primeira edição deste livro, recebi uma resposta às duas perguntas. Permite-me incluir agora esta postagem que satisfará, sem dúvida, a curiosidade dos leitores preocupados com este tema.
A resposta em questão me chegou em forma de carta e levava a assinatura: A. de Bélizal. Seu conteúdo, em essência, era o seguinte: o segredo da imunidade de Howard Carter, não só o conheço, mas, por herança, está em meu poder. Encontra-se atualmente em minha biblioteca, onde o senhor poderá vê-Io e tocá-Io, se este for o seu desejo. Trata-se de um anel de grés de Assuã, que o avô de minha esposa, o marquês de Agrain, egiptólogo de renome, trouxe consigo perto de 1860, depois de ter realizado algumas escavações no Vale dos Reis.

Naturalmente, aceitei de imediato o convite do sr. de Bélizal, e pude ter em minhas mãos o estranho e frágil anel de grés, fabricado há muitos milhares de anos e em cujo relevo desgastado podem­ se ver ainda as figuras geométricas que constituem seu único adorno: três retas, seis pontos e dois triângulos isósceles. Estas figuras pare­cem construídas, alinhadas, distribuídas, equilibradas de acordo com uma ordem e uma necessidade que têm um sentido esotérico… e que têm também virtudes e poderes que, graças a uma experimentação paciente e diversificada, pudemos descobrir com maravilhada surpresa.

Na verdade, este anel – que com toda probabilidade foi fabricado e esculpido pelos atlantes, cuja herança recolheram os egípcios da antiguidade – permite-nos penetrar no coração de um mistério desconcertante: o da inexplicável imunidade que garantem as ondas emitidas por determinadas “formas” privilegiadas contra toda agressão invisível proveniente do exterior. Existem “ondas de forma” que são capazes de criar uma barreira protetora intransponível, interceptar ou neutralizar todas as forças suscetíveis de perturbar o ambiente vibratório de uma casa, comprometer o equilíbrio (e por conseguinte a saúde, a felicidade, o destino) de um indivíduo. O anel atlante realiza este tipo de milagre. O sr. de Bélizal, mediante – experiências repetidas ao longo dos anos, desde que é proprietário do anel, pode comprová-Io; de minha parte, verifiquei com experiências pessoais suas conclusões.

As propriedades deste anel são extraordinárias, tanto que seria demasiado extenso expô-Ias em detalhe, à parte que isto me afastaria do tema do presente livro. Sem dúvida, não posso deixar de dizer que sua eficácia manifesta-se, com assustadora evidência, em três campos: proteção, cura e intuição. O anel protege contra os perigos e imuniza contra as influências ou malefícios de qualquer natureza (tanto de origem geofísica como se devidos a uma perturbação qualquer do meio vibratório, inclusive se ocasionada por uma maldição, sortilégio, encantamento, qualquer tipo de agressão mágica etc.). Por exemplo – e diga-se de passagem que este não é o aspecto menos surpreendente do mistério -, aquele que leve este anel não pode ser vítima de um acidente automobilístico, a menos que esteja animado por uma vontade suicida.

A segunda propriedade do anel é a de curar, não, é claro, as doenças ou lesões orgânicas, mas restabelecer determinadas funções acidentalmente perturbadas e suprimir as dores subsequentes.

Por último, a terceira propriedade – a mais misteriosa – abre ao possuidor do anel perspectivas insuspeitas num campo que até o presente só conhecemos, e muito parcialmente, graças aos fenômenos metafísicos. Aquele que usar o anel adquire sensibilidade para perceber determinadas comunicações que, de outro modo, ignoraria por completo. (Ademais, esta faculdade resulta dificilmente conciliável com a imunidade por isolamento que proporciona o anel contra toda influência exterior.) Neste sentido, as experiências, porém, ainda estão em curso, e não se pode afirmar que se tenha alcançado o limite no que concerne a surpresas. Minha opinião pessoal é que o grão-sacerdote Húa devia servir-se deste anel como um telégrafo sem fio, para se entender com os membros iniciados da sua ordem. Todos sabem que os sacerdotes dos faraós, herdeiros inegáveis dos fabulosos segredos dos atlantes, dominavam incríveis técnicas ocultas que a ciência de vanguarda começa, justamente agora, a redescobrir, por outros caminhos. Este anel, cujas propriedades estudei com verdadeira paixão, parece ser o mais poderoso suporte da telepatia conhecido até o presente. Ou ao menos assim o creio.

De qualquer modo, o certo é que a eficácia do anel não provém nem da matéria de que é feito nem de algum tipo de “carga”, seja esta magnética ou psíquica, religiosa ou mágica; tampouco se trata de um pentáculo personalizado, nem um talismã imantado, nem de uma medalha benta, nem de um sacramental, nem de um fetiche; e não tem nada em comum com nenhum desses artigos mais ou menos prometedores de felicidade ou bem-estar inventados pela superstição popular ou pelo esoterismo esnobe. O anel atlante é o lugar e a fórmula (o que Arthur Rimbaud procurou em vão) de um dos milagres mais surpreendentes da física microvibratória: aquele cujos agentes invisíveis são as “ondas de forma”.

Trecho com adaptações do livro “Casas que Matam”

Desde então, inúmeros pesquisadores se interessaram pelo fato de que, Carter foi o único a ser poupado com vida dos infortúnios ocorridos na famosa descoberta. A principal conclusão foi: A eficácia do anel do Anel Atlante, que ele emite, cujos agentes invisíveis catalisam energias cósmicas. Esse poderoso princípio, livrou Howard Carter da Maldição do Faraó.

André de Belizal, foi um dos mais renomados e brilhante radiestesista da Escola Francesa, genial criador da maioria dos conceitos hoje usados em radiestesia e “ondas de forma”. Belizal herdou o Anel Atlante Verdadeiro e dedicou muito tempo de sua vida estudando o anel e suas propriedades geométricas e energéticas. O anel esteve em poder de Belizal até sua morte e foi passado aos seus descendentes.

Através dos estudos realizados no Verdadeiro Anel Atlante, A. Belizal, desenvolveu com sua equipe, uma das ferramentas mais conhecidas na ciência da radiestesia, que foi o Gráfico de Luxor. Esse instrumento radiestésico, é um dos principais dispositivos utilizado pelos profissionais da área de radiestesia, para ser usado na cura de ambientes que estejam sendo afetados com a circulação de águas subterrâneas, também conhecido como forma Louksor. Esse instrumento, surge na literatura pela primeira vez na obra “Física Microvibratória e Forças Invisíveis” de autoria de Belizal e P.A. Morel.

Edom Ferreira

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